O EFEITO DA ACUPUNTURA NO AUMENTO DA PRODUÇÃO DE SANGUE EM PACIENTES ANÊMICOS

O EFEITO DA ACUPUNTURA NO AUMENTO DA PRODUÇÃO DE SANGUE EM PACIENTES ANÊMICOS
0 05/05/2015

Título: O EFEITO DA ACUPUNTURA NO AUMENTO DA PRODUÇÃO DE SANGUE EM PACIENTES ANÊMICOS

 Autores:  Mônica Pires Nery e  Diogo Valente Guimarães

RESUMO

 A anemia é uma condição em que a concentração de hemoglobina sanguínea encontra-se abaixo do normal em decorrência de uma carência essencial. A anemia ferropriva é a mais comum e é causada pela deficiência de ferro. Na MTC, a anemia é vista como deficiência de sangue, onde direta ou indiretamente, vários órgãos estão envolvidos. A acupuntura atua no corpo como um todo, harmonizando-o. O objetivo desse estudo é verificar o efeito da acupuntura no aumento de sangue quando aplicada em adultos anêmicos. É uma revisão bibliográfica, feita nos buscadores Google e Scielo, livros, artigos acadêmicos e revistas, dos anos 2007 a 2014.

 Palavras-chave: Anemia, acupuntura, adultos anêmicos.

  

1 – INTRODUÇÃO

 Segundo o Ministério da Saúde (2004), anemia é vista como uma condição em que a concentração de hemoglobina sanguínea é anormalmente baixa em conseqüência da carência de um ou mais nutrientes essenciais, qualquer que seja a origem dessa carência. A anemia por deficiência de ferro é a mais comum das carências nutricionais, absorção deficiente e perdas sanguíneas, incluindo fluxo menstrual excessivo com maior prevalência em mulheres, principalmente nos países em desenvolvimento. Essa incidência da deficiência de ferro em mulheres entre 20 e 49 anos é de 11%, de 5% entre 50 a 69 anos, e de 2% na faixa etária acima de 70 anos, sendo, portanto, mais evidente no período da menacme, associada à menorragia (RODRIGUES e JORGE, 2010).

No Brasil, não há levantamento nacional da prevalência de anemia, somente estudos em diferentes regiões, que mos­tram alta prevalência da doença, estimando-se que cerca de 4,8 milhões de pré-escolares sejam atingidos pela doença (JORDÃO, BERNARDI, FILHO, 2009).

A anemia ferropriva ou ferropênica é o tipo de anemia mais comum e é causada pela deficiência de ferro (sideropenia). O ferro é um dos principais constituintes da hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio para os tecidos. O principal local de absorção do ferro é no duodeno e jejuno. Depois de absorvido, o ferro se liga à transferrina (proteína que transporta o ferro). Esse ferro é levado à medula óssea, onde precursores eritróides captam o ferro para formar a hemoglobina. Os precursores eritróides amadurecem, tornando-se em hemácias jovens. Como uma hemácia dura em média 120 dias, após a destruição destas hemácias velhas, o ferro é reaproveitado para compor a hemoglobina de novas hemácias. 2/3 do Ferro necessário para a produção de hemoglobina vem da degradação do eritrócito (hemácia) envelhecido, enquanto que apenas 1/3 deste vem de alimentos ricos em ferro. Ao ser ingerido, ele está no estado férrico (Fe(III)) mas para ser absorvido tem que estar no estado ferroso (Fe(II)). Contribuem para esta transformação redutores gástricos, pH gástrico e a vitamina C

A anemia se desenvolve lentamente, depois de esgotadas as reservas de ferro no corpo e na medula óssea. Inicialmente ocorre depleção dos depósitos de ferro no organismo, o que se constata com a diminuição da ferritina. Em decorrência da redução das reservas, ocorre comprometimento da eritropoese, observado por valores inferiores da hemoglobina corpuscular média (HCM) e volume corpuscular médio (VCM). Sequencialmente observa-se a diminuição dos valores de hemoglobina e hematócrito, o que compromete a oxigenação tecidual, instalando-se então o quadro de anemia. De maneira geral, as mulheres tendem a apresentar menores reservas de ferro que os homens devido ao fluxo menstrual, portanto, maior risco para anemia (RODRIGUES e JORGE, 2010; LAGUARDIA et al, 2012).

O tratamento da anemia ferropriva consiste da orientação nutricional, administração por via oral ou parenteral de compostos com ferro e, eventualmente, transfusão de hemácias (CANÇADO, LOBO, FRIEDRICH, 2010).

O conceito de sangue, na medicina chinesa é diferente da medicina ocidental. Na medicina chinesa, o sangue, também chamado de Xue, é por si só uma forma de QI, muito denso e material, sendo uma das substâncias vitais, juntamente com Jin Ye (fluido corpóreo), Jing (essência), Shen (mente) e o próprio QI (energia). Além disso, o sangue é inseparável do QI, uma vez que o QI proporciona vida ao sangue. Sem o QI, o sangue seria um fluido inerte.

Existe uma relação muito íntima entre QI e o sangue. O QI é Yang comparado ao sangue, o sangue é mais Yin se comparado ao QI. A íntima relação pode ser observada nos sinais clínicos seguidos de hemorragia grave, onde o paciente após perda excessiva de sangue, desenvolve sinais de deficiências de QI, tais como sudorese, dispneia e membros frios.

Há quatro aspectos da relação do QI do sangue:

 O QI gera o sangue de maneira que o QI dos alimentos seja a base do sangue, portanto é necessário tonificar o QI para nutrir o Xue;

 O QI movimenta o sangue “Quando o QI se move, o sangue segue”;

 O QI mantém o sangue nos vasos sanguíneos “QI é comandante do sangue”

 O sangue nutre o QI “Sangue é a mãe de QI”. (MACCIOCIA, 2006).

A produção de sangue sob a ótica da medicina tradicional chinesa (MTC) se dá em local e de forma diferente da ocidental. O tratamento da anemia pela acupuntura exige também a identificação de um padrão de desarmonia sistêmico. O entendimento da produção de sangue, e os sinais clínicos decorrentes de sua deficiência mais o conhecimento de pontos específicos para o tratamento, fazem da acupuntura uma terapia eficaz comprovada cientificamente, que pode ser utilizada em conjunto com a Medicina Ocidental no restabelecimento da homeostase energética e orgânica.

Na Medicina Tradicional Chinesa (MTC) a anemia responsiva aguda ou crônica (perda sanguínea, má nutrição, parasitismo) pode estar correlacionada à deficiência de sangue, contudo vale salientar que na MTC nem todas as deficiências de sangue (xue) são anêmicas, ao contrário do conceito da medicina moderna ocidental. Vários órgãos ou sistemas internos (zang fu) estão envolvidos direta ou indiretamente na formação do xue, dessa forma, várias condições podem estar envolvidas na deficiência de xue, como a deficiência do QI do baço (que conduz à deficiência de sangue, do sangue do fígado e do coração), a deficiência do QI do coração (dificultando a função do coração em controlar o xue). A deficiência do rim pode também ocasionar a diminuição de xue.

O organismo frente a uma anemia se mobiliza e acelera o processo de produção sanguínea, porém muitas vezes esta resposta pode ser lenta ou insuficiente quando o organismo encontra-se debilitado. Diante disso, um tratamento complementar nas anemias é sempre considerado importante, uma vez que a acupuntura pode contribuir no tratamento do indivíduo como todo (SILVA et al, 2012).

 

 A Anemia inserida na MTC

Segundo Maciocia (2006), a inter-relação entre os órgãos Yin são, resumidamente:

  • Coração e Pulmão: o coração governa o sangue e o pulmão governa o QI. O QI faz o sangue circular, se ele parar o sangue para.
  • Coração e Fígado: o coração governa e o fígado armazena o sangue e regula seu volume.
  • Coração e Rim: Há um auxílio mútuo do Fogo e da Água, a raiz comum da Mente e da Essência, inter-relação no fluxo menstrual para ser sadio.
  • Fígado e Pulmão: o fígado depende do QI do pulmão para regular sangue e o sangue do fígado provê a umidade e nutrição para o QI do pulmão circular corretamente.
  • Fígado e Baço: o baço fabrica e o fígado armazena o sangue.
  • Fígado e Rim: o sangue do fígado nutre e abastece a essência do Rim, e este colabora para a elaboração do sangue.
  • Baço e Pulmão: o baço é a origem e o pulmão é o eixo do
  • Baço e Rim: o baço é a raiz do QI pós-celestial e o rim é a raiz do QI pré-celestial.
  • Pulmão e Rim: em termos de QI e fluidos.
  • Baço e Coração: o baço produz e o coração controla o sangue.

Auteroche e Navailh (1992) descrevem que o sangue é fruto da transformação da essência dos alimentos (Jing QI) pelo baço e o estômago. É governado pelo coração, armazenado pelo fígado, controlado pelo baço e circula nos vasos que são uma de suas “moradias”.

Sua atuação é dupla, de um lado nutre e umedece os tecidos orgânicos do corpo inteiro, do outro lado serve como base material à atividade mental.

Também relacionam a anemia com a insuficiência de sangue no fígado, as causas são a sua produção insuficiente; diminuição demasiada de sangue e doença de longa duração que esgotou o sangue do fígado. O sangue deficiente não pode subir à cabeça; não pode encher “o mar do sangue”, assim as regras são pouco abundantes ou inexistentes; não pode estabilizar a mente. O sono será perturbado e haverá abundância de sonhos; não poderá alimentar os tendões e os músculos. Os membros estarão parestesiados, haverá contrações musculares e as massas musculares estarão animadas por movimentos vermiculares. Nesse caso, sugerem-se os pontos: BP6, BP9, BP10, E36, B17, B18, B20, B21, F13, Yintang.

Descreveram o vazio de sangue cria o vento, onde a insuficiência de sangue do Fígado não permite à manutenção normal dos tendinomusculares, o que provoca movimentos anormais. Pontos que podem ser utilizados: B23, R3, BP10, E36, F3, B17, B43, VB38, Yintang.

Por fim, coração e baço, ambos vazios. Essas síndromes manifesta a insuficiência das atividades funcionais do Coração e do Baço ao nível da circulação sanguínea. O coração dirige o sangue. Um excesso mental que fere o “sangue do coração” pode ter influência sobre a função de “transporte-transformação” do baço. O Baço produz o sangue e o conserva nos vasos. Um baço deficiente não produz bastante sangue e o retém dificilmente. Em conseqüência, haverá enfraquecimento e perda do “sangue do coração”. Pode usar os pontos: C7, BP6, B15, B20, BP3.

 

 Os atributos tradicionais do Baço

O baço rege a transformação e o transporte. Depois que o estômago decompõe e digere o alimento, o baço transforma-o em nutrição utilizável e em QI, e depois transporta essa essência do alimento para os outros órgãos. O baço também desempenha um papel essencial na produção de sangue.

Por essa razão, a fadiga (deficiência de QI) e anemia (deficiência de sangue) geralmente são atribuídas à incapacidade do baço de transformar alimento em qi e sangue.

Além de seu papel na nutrição e produção de sangue, o baço também é responsável pela “transformação de fluídos”: ele ajuda no metabolismo da água, auxiliando o corpo a se livrar de fluídos excessivos e umedecendo as áreas que precisam deles, como as juntas. Se essa função é prejudicada, as desordens ligadas aos fluídos, como edemas (severa retenção de água) ou fleuma excessiva, podem se desenvolver.

O baço governa o sangue. Considerado a “base da existência pós-natal”, o baço é o órgão mais importante envolvido na produção de sangue suficiente para a manutenção da saúde. Uma dieta altamente nutritiva apropriada às necessidades individuais melhora o QI do baço, aumentando o nível de energia da pessoa.

Jeremy Ross (2003), apontou algumas combinações de pontos de acupuntura para:

  • Deficiência do QI do Baço → B20, VG6, BP3, E36, IG4.
  • Deficiência de sangue do Baço → B17, B20, B43, E36, IG4.
  • Deficiência do QI do Baço com deficiência de sangue → VC12, E36, BP6, BP10, IG4, B23, B20, B17.
  • Deficiência do QI do Coração → C7, VC4, VC17, E36, R3.
  • Deficiência do QI do Coração com deficiência de sangue → C7, B20, B44, B49, BP6, BP10, E36.
  • Deficiência do QI do Rim → R3, P9, B13, B23, E36.
  • Deficiência de sangue do Fígado → F8, BP6, E36, B47.
  • Deficiência de Sangue → B17, B18, B20, VG20, E36, IG4.

Jordão, Bernardi e Filho (2009), analisaram 53 artigos em seu trabalho de revisão, no período de jan/1996 a jan/2007 que compreendeu a somatória de 20.952 crianças avaliadas. Os dados medianos encontrados para a prevalência de anemia foram de 53%. No território nacional, as regiões de maior prevalência da doen­ça foram a Norte e a Centro-Oeste. Um número elevado de pesquisas concentrou-se no Sudeste. No entanto, concluíram que para obter um conhecimento mais apurado da situação, há necessidade de estudos que utilizem amostras representativas com base populacional e adequação do cálculo amostral.

Silva et al (2012), comprovaram em seu estudo que a acupuntura possui um importante papel no tratamento das anemias, pois foram observados aumentos de 9% e 11% na contagem de hemácias e 0,6% e 9% de hemoglobina nos dois casos estudados. Embora necessite realizar estudos mais profundos, eles consideram a acupuntura como um tratamento adjuvante, uma vez que este pode auxiliar na não evolução de anemia grave evitando tratamentos invasivos como a transfusão sanguínea. Também sugerem utilizar a acupuntura como principal tratamento em anemias leves, pois ficou evidente que a estimulação de pontos específicos aumenta o número de hemácias e hemoglobina circulante no sangue.

Para Silva (2013) a anemia é uma das anormalidades hematológicas mais frequentes na clínica de pequenos animais. É uma manifestação secundária de uma doença em um órgão ou sistema. Qualquer terapia adjuvante para as anemias é muito importante, uma vez que grande parte dos quadros anêmicos, normalmente, não possui uma etiologia primária facilmente identificável. O diagnóstico acurado, tanto pela MTC, quanto pela Medicina Ocidental deve ser feito para a escolha do protocolo terapêutico adequado. Sendo a acupuntura uma terapia eficaz, deve-se utilizá-la em conjunto com a Medicina Ocidental no restabelecimento do equilíbrio energético orgânico dos pacientes portadores de enfermidades hematológicas.

Nunes (2010) concluiu em seu trabalho de monografia, que a acupuntura é eficaz no tratamento das anemias. Tendo em vista o fato de que a anemia raramente é um quadro primário, deve-se considerar o envolvimento de diversos sistemas orgânicos na busca da etiologia, tanto na MTC quanto na medicina ocidental, uma vez que a melhor terapia é o diagnóstico correto.

Garcia, Mácias e Beltrán (2014) disseram em seu trabalho que as terapêuticas ocidentais e orientais em conjunto não interferem no tratamento da anemia, sendo obtido um resultado sinergético beneficiando o paciente.

Drummond (2009), observou em sua monografia de especialização, o  aumento de 16,10% na contagem de eritrócitos e de 41,98% na leucometria comprovando que a acupuntura possui importante papel no tratamento, seja suporte ou não, de diversas moléstias capazes de acometer o sistema hematológico. Admite que estudos mais profundos, necessitam ser conduzidos, para considerar a acupuntura, sempre que possível, como um tratamento complementar, uma vez que este potencial pode preencher lacunas ainda não sanadas pela medicinal ocidental.

Lourenço (2004), concluiu em seu trabalho que a atividade bioenergética dos pontos bioativos em pacientes com anemia por deficiência de ferro depende do grau e da gravidade do quadro anêmico. A eficácia do tratamento de anemia com acupuntura, com eletroacupuntura ou fitoterapia associada, são cientificamente comprovadas. A escolha adequada dos pontos, de acordo com o padrão de desarmonias presente é de grande relevância, contudo tanto a anemia como os distúrbios hemorrágicos que podem ocasioná-la, a estimulação dos pontos referentes ao Xue se faz necessárias. Os acupontos utilizados nos distúrbios anêmicos foram: B17, B18, B23, BP6, BP10, VB39, E36.

O objetivo dessa pesquisa foi o de realizar uma revisão na literatura sobre o tema em questão, além de verificar o efeito da acupuntura  no aumento de sangue quando aplicada em adultos anêmicos.

2 – METODOLOGIA

 Foi realizada uma revisão sistemática e descritiva no banco de dados Scielo e Google acadêmico, nas bibliografias disponíveis e atualizadas da língua inglesa e portuguesa para material de pesquisa. Utilizaram-se as seguintes palavras chave: anemia; acupuntura, deficiência de ferro e Brasil.

Os critérios de inclusão envolveram os trabalhos relacionados à anemia com uso de acupuntura no tratamento de forma absoluta ou parcial, nos anos 2007 a 2014.

3 – CONCLUSÃO

 Mesmo com visões de formação, função e tratamentos diferentes, pode-se utilizar as medicinas ocidental com a oriental como forma complementar e sinergética, pois não há prejuízo nenhum para o paciente anêmico.

A acupuntura trata a deficiência de sangue como desarmonia de vários órgãos internos, abrangendo a alimentação, o estresse, o excesso de atividades, a fadiga e o emocional. A escolha dos pontos varia com os sintomas apresentados pelo paciente e seus relatos.

A acupuntura mostrou-se eficiente na harmonização dos sistemas, no aumento da produção de sangue, sem a necessidade de tratamento por transfusão sanguínea. Além de ser um tratamento de fácil acesso, é barato e não apresenta efeitos colaterais.

Mesmo com a eficácia da acupuntura reduzindo a anemia, com o aumento de produção de células sanguíneas por estimulação na inserção das agulhas, ainda se faz necessário mais estudos quantitativos e qualitativos para uma maior divulgação dessa terapêutica extraordinária e milenar.

4 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA

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